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Quais são as expectativas da Vacina contra a Covid-19 e quais as previsões do mercado?
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Quais são as expectativas da Vacina contra a Covid-19 e quais as previsões do mercado?

Depois de muito estudo e um longo período de testes, a vacina contra o coronavírus parece ter finalmente chegado e principalmente no exterior. Com a aprovação na fase 3 de testes e consideráveis níveis de eficácia, as vacinas da AstraZeneca, Jansen, Sinovac e Pfizer, se destacam principalmente porque algumas já estão sendo aplicadas em países como EUA e Reino Unido em caráter emergencial.

Aqui no Brasil, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, já aprovou o uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19 no país, a CoronaVac, produzida em parceria entre a farmacêutica Sinovac e o Instituto Butantan, e a vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca, que será fornecida no país pela Fiocruz. Com essas aprovações, a previsão é de que a vacinação dos grupos prioritários comece em poucos dias.

Mas, e como está o país e o mercado com essa previsão? Hoje preparamos um conteúdo especial para trazer um panorama geral sobre o que esperar com a chegada da vacina contra o coronavírus.

 

As expectativas do governo federal

O mesmo documento protocolado pela AGU (Advocacia-Geral da União), que estabeleceu para grupos prioritários o início da vacinação 5 dias após a autorização da Anvisa, também prevê o prazo de 16 meses para a imunização total da população brasileira.

O período seria dividido em duas partes: 4 meses para todos os grupos prioritários e 12 meses para a “população em geral”. A previsão também pré-estipula que a fase de imunização dos prioritários seria dividida em quatro fases: primeiro, os trabalhadores da saúde, pessoas com idade acima de 75 anos, pessoas de 60 anos ou mais que estejam institucionalizadas e indígenas. Depois, pessoas de 60 a 74 anos que não estejam em instituições de longa permanência. A terceira fase seria de pessoas com comorbidades e a quarta de professores, forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional.

É importante lembrar que essa é a previsão, mas que o cronograma oficial ainda não foi divulgado. Nenhuma informação sobre a logística dessa previsão consta no documento liberado pela AGU, mas o Brasil possui a vantagem de poder contar com o maior sistema de imunização do mundo através do Sistema Único de Saúde (SUS), e isso pode facilitar a distribuição em grande escala.

 

Milhões de doses de vacinas contra o coronavírus já estão encomendadas

Uma das principais vacinas a integrar o Programa de Vacinação do Governo é a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac. O Ministério da Saúde já confirmou a assinatura de contrato com o Instituto Butantan que permite a incorporação de mais 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações.

A previsão de entrega das primeiras 46 milhões de doses é até abril, com mais 54 milhões no decorrer do ano, que serão distribuídas em conjunto com as vacinas da AstraZeneca, para a qual há uma encomenda à Fiocruz de 100,4 milhões de doses até julho deste ano. O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19, elaborado em dezembro, diz que o país está em negociações para obter 350 milhões de doses de diferentes vacinas, entre elas as da Pfizer e a Janssen, portanto, novos acordos podem ser anunciados em breve.

 

As previsões do mercado

Com tanta expectativa para a vacina contra o coronavírus chegar logo para todos, a economia está positiva para que as coisas melhorem nos próximos meses. No início de dezembro, o site UOL Economia ouviu especialistas do mercado financeiro e declarou que “haverá mais consumo, produção e empregos com a volta da economia sem restrições” após a vacina contra a Covid-19.

Os especialistas esperam efeitos positivos para todas as empresas e citam alguns setores que podem se beneficiar mais no primeiro momento, sendo eles: shopping, setor financeiro, turismo, infraestrutura, petróleo e combustíveis, varejo e vestuário, construtoras e educação.

Em setembro, o Ministério da Economia divulgou uma lista dos setores mais afetados pela pandemia e, entre eles, os setores de transporte e de alimentação eram alguns dos mais afetados.

 

A doença ainda não tem prazo para acabar

É impossível prever uma data exata ou para o fim da doença que parou o mundo, mas, estudos divulgados pela consultora norte-americana McKinsey, em setembro deste ano, arriscam o palpite de que esse prazo seja por volta do quarto trimestre de 2021 ou início de 2022. O estudo deixa claro que esse prazo é uma estimativa geral, e que essas datas podem variar de país para país, principalmente porque existem países onde a vacina contra o coronavírus já começou a ser utilizada.

Lembre-se de que é importante continuar se cuidando. Conheça os cuidados essenciais para cozinha industrial, proteja sua rede de supermercados contra o coronavírus, use máscara, utilize álcool em gel e respeite os limites de distanciamento social. 

Vai passar!

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